O blog mostra Poesias e Poema do primeiro Escritor da cidade de São Miguel de Taipu - Paraiba
sábado, 8 de março de 2014
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Contos
Escritor Fernando Targino da Cunha, lança seus primeiros contos
CONTOS
A
Noite da Adivinhação
Fernando Targino da Cunha
João
mora no Engenho Corredor é e sempre foi agricultor trabalhava na
lavoura de sol a sol, não sabia fazer mais nada, seu sustento era
tirado com o trabalho do cabo de uma enxada. E Deodato era
comerciante,morador da cidade de Santa Rita, comprava caroços de
carrapateira para revender na feira de Santa Rita onde morava.
Nos
finais de semana João gostava de ir a feira de Sapé e ia e vinha de
trem, para ir ele pegava o trem na estação de Coitezeira mais na
volta ele saltava do trem mais próximo de casa saltando do trem em
movimento, em frente da casa de João depois que o trem passava do
engenho Taipu para chegar na localidade de Toner tinha um curva com
uma pequena subida era onde João saltava em cima das touceiras
de capim, as touceira de capim lucas era grande e fofa essa aventura
era constante para ele que chamava os amigos para fazer o mesmo mais
tinham medo não aceitava tinham medo de pular com o trem em
movimento.
Deodato
que tinha família em Santa Rita e andava muito por estas bandas
comprando dos moradores que juntavam os caroços de carrapateira e
vendiam a ele, como ele passava com data marcada. E João tinha uma
irmã que estava separada do marido, o marido Finelon sumia de casa
passava anos sem aparecer ela com quatro filhos pequenos se
interessou por Deodato, ela morava com os pais e resolveu enfrentar
,ela falou para a mãe sobre o caso e foi aceito, os filhos dela não
gostava de Deodato quando ele chegava lá eles saiam e não apareciam
na sala enquanto ele tivesse e com menos de um ano engravidou e
continuava na casa dos pais, Deodato vinha para sua cidade e ela
ficava, as crianças não aceitava o romance da mãe e chega os nove
meses, e com Conceição corria tudo normal mais quando foi na hora
do parto deu tudo errado, a parteira viu que a criança ia ter
problemas por que estava passando da hora de nascer, na casa todos
estavam aperreado por que era difícil transporte para levar a um
maternidade e o jeito era salvar um ou outro, nasce a criança e a
mãe não resiste morre nas mãos da parteira que ficou muito
aperreada e chorando muito.
E com
muito comoção fizeram o enterro de Conceição, que morreu ainda
muito jovem, ela tinha 23 anos. E Deodato não pode ficar com a criança
e deixou com os avós mais todos os meses passava para deixar alguma
coisa para a menina.
E Deodato
tinha uma vontade enorme de ganhar no jogo do bicho e toda vez que
vinha perguntava ao cunhado João se ele topava se amarrar para
adivinhar o bicho daquele dia mais João tina medo, o medo de João
era se o bicho que viesse fosse feroz e Deodato corresse deixando
ele amarrado poderia morrer.
E passado
algum tempo e João vai para Sapé, foi até a estação de
Coitezeira esperou o trem, ele ia para a casa do sogro que morava
lá, ele pegou o último trem que retornava à tarde e João vinha
pensando na sua aventura, ele nunca saltava na estação de
Coitezeira nem na estação de Pilar, ficava sempre no meio do
caminho.
E João
com aquele jeito moleque dlibava o cobrador que sempre andava por
dentro dos vagões fazendo uma vistoria, ele Já suspeitava de João,
por que alguns passageiros já avisara que um homem pulava do trem em
movimento quando se aproximava de uma curva depois do engenho Taipu.
João
ficava em um vão entre um vagão e outro, quando o trem parou na
estação de Coitezeiro, um amigo dele chamado Turco desce e este
espera João descer e nada.
- Você não vai saltar aqui não? Vai para Pilar é ,
- Eu vou chegar em casa primeiro do que você.
Nisso o
trem dá partida e Turco sai dali para atravessar o rio e João
segue no trem, o trem passa por Taipu e quando se aproxima do lugar
que salta todas as vezes, quando se prepara para pular seus pés
escorrega e João erra o lugar de sempre caindo fora da touceira de
capim, ele meteu as mãos em cima das pedras que apagou por alguns
minutos, na sua mão ficou um rombo em cada uma, o trem seguiu para
Pilar ficando ele ali caído.
E Turco
passa pela casa de João a mãe dele sabia que ele tinha ido para
Sapé também resolve perguntar por João.
- Cadê o João não veio no mesmo trem que você não? Perguntou a mãe de João
- Veio, mais ele disse que ia chegar primeiro que eu em casa não chegou ai ainda não?
Nisso já
fazia uma meia hora que estava caído ali desperta ainda meio zonzo
da queda, acerta o caminho de casa. Nisso dona Samarica lembrou que
João saltava de trem em movimento, ela olha para o outro lado do rio
avista ele vindo mancando.
Pensou
consigo. O que será que houve pra ele vir mancando?
João
chega no rio lava as mãos tirando o sangue coalhado entre os dedos,
enfim chega em casa com as mãos todas feridas.
- O que foi que houve meu filho para as suas mãos está assim?
- Tá mãe, errei o salto cair com as mãos nas pedras da linha
- Eu já lhe avisei que deixasse disso, mais você não me ouve taí você com as mãos assim tão cedo não pode trabalhar.
Foi feito
alguns curativos nas mãos de João, e assim ele ficou duas semana
parado por que tinha sido fundo os rombos no peito das mãos. E João
tinha aprendido a lição que e que nuca mais ia pular de trem em
movimento.
E Deodato
chega vinho de Santa Rita, já tinha se passados dois anos a menina
estava bem sabida, os avôs tinam colocado na menina o nome da mãe
Maria da Conceição, mais chamava ele de Darou. E quando ele avista
João com as duas mãos com cascão de feridas foi logo dizendo.
- E agora
vamos fazer aquela adivinhação?
- Não sou doido não, quando o bicho aparecer tu corre e me deixa lascado quem vai me socorrer eu amarrado?
- Correr que nada, eu vou está armado não confia em mim não?
João não
aceitava de jeito nenhum, nisso Deodato seguiu comprando as suas
carapateira prometendo voltar. Enquanto Deodato estava na sala as
crianças não saíram fora para não ver ele.
E a mãe
de João adoece com problemas série os seu intestino tinha
paralisado fazia dias que não fazia uma precisão, tinha que fazer
uma lavagem para que ela evacuasse, e João precisava de dinheiro
para ajudar a mãe, mais um parente seu pediu ajuda e veio uma equipe
da capital fazer a lavagem em dona Samarica.
E Deodato
retorna novamente para ver a filha já faziam uns oito meses sema
vê-la, e João estava para mudar, ele ia sair de dentro da casa dos
pais. E tinha uma casa vazia ali perto de um morador que tina mudado
para a cidade e João foi até o Engenho Corredor e pediu a casa a
seu Joãozinho para morar, como era conhecido e trabalhador a casa
lhe foi dado.
E Deodato
sabendo disso propôs a João fazer uma adivinhação dentro da casa
para ver o bicho e jogar no outro dia cedo, como João estava
precisando de dinheiro resolveu topar mais ele tinha que chamar mais
um amigo que só os dois não aceitava, e chamaram Turco.
- Turco vamos adivinhar o bicho que vai dá amanhã – chamou João.
- Adivinhar como? Tu não vem com essa história de me amarrar não né?
- Que nada! Deodato sabe de uma oração do livro de São Cipriano que você vê o bicho.
Quando
falou no livro de São Cipriano, Turco ficou ainda mais desconfiado.
- Eu vou só quero ver se isso é verdade mesmo.
E ficou
combinado que iam lá para as 10 horas da noite se ajuntarem para
irem ficar dentro da casa que estava vazia esperar dá meia noite
para fazer a oração. Quando deu exatamente 10 horas os três se
dirigiram a casa que estava aberta, já era comum nessa época quando
alguém se muda deixa as portas abertas, chegaram lá entraram e
ficaram conversando esperando a hora chegar. E quando olharam o
relógio estava dando meia noite certinho e se apressaram a orar,
feito esse ritual começaram a esperar, deu uma hora e nada do bicho
aparecer, mais quando se aproximava das duas horas um grande grito de
um grande pássaro foi ouvido vindo na direção dele, logo em
seguida deu outro ainda mais forte que o primeiro e também o medo
aumentando entre os três, quando foi exatamente duas horas atrás de
casa tinha uma enorme árvore era um pé de espinho Rei, um grande
pássaro pousou em cima dessa árvore que os galhos estalaram como se
tivesse vindo a baixo nisso o pássaro dá o último piado tão forte
que sairam de dentro da casa correndo em direção a casa dos pais de
João todos assombrados.
- Eu não disse que o bicho vinha – disse Deodato.
- Mais você sabe que bicho é esse? Perguntou Turco
- Vamos desvendar.
E
passaram um bom tempo tentando descobrir que bicho era aquele com
aquele piados tão forte.
- Eu acho que era uma águia? - Disse João
- Será que não era um pavão? Disse Deodato.
- Mais pelo tamanho só pode ser uma águia – disse Turco
E nesse
tira tema ninguém chegava a um consenso. E resolveram jogar no bicho
não foram na opinião de Deodato, optaram por jogar na Àguia e
quando foram pegar o resultado do bicho a tarde na cidade de Pilar
tinha dado Pavão.
- Eu não falei que podia ser pavão o bicho? - disse Deodato.
- Quem já viu pavão daquele tamanho e com aquele piado? - disse João.
- Mais o bicho vem para assombrar também - disse Deodato.
E cada
qual ficou dizendo uma coisa e não queriam assumir que adivinhação
tinha dado certo, eles foram que não souberam desvendar o bicho.
- E quem topa fazer isso novamente? Perguntou Deodato.
- Quem é doido aceitar, já imaginou se vem um leão ou uma tigre.
- Turco também não aceitou e foi embora dali deixando João e Deodato chateado por não terem ganho no bicho, foi embora não veio mais visitar a filha que cresceu e casou sempre na companhia do tio João, os irmãos depois de grande cada qual ganharam seu rumo só Sebastião que morreu e não aceitou Conceição como sua irmã. E João nunca deixou de fazer uma fé no jogo do bicho mais sem fazer adivinhação.
sábado, 5 de outubro de 2013
sábado, 16 de março de 2013
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
domingo, 23 de dezembro de 2012
Brasão do Município de São Miguel de Taipu
A Cãmara Municipal de São Miguel de Taipu-Pb, em sessão ordinária realizada nesse mês de dezembro do ano de 2012, apresentou o novo brasão do Município de autoria do Vereador José Aurelio Melo, que foi aprovado por unanimidades pelos pares dessa casa legislativa e entrar em vigor em janeiro de 2013, parabéns ideializadores pela iniciativa.
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Clodoaldo Beltrão Bezerra de Melo
Eleito para o pleito: 2013/2017
PREFEITO: CLODOALDO BELTRAO BEZERRA DE MELO PMDB
VICE-PREFEITO: MARIA JOSE DA SILVA ARAUJO
Eleito: 2325 votos
CÃMARA DE VEREADORES PLEITO ELEIÇÃO / 2012
AUGUSTO VIEIRA DE ALBUQUERQUE MELO PSC
DIOMAR PEREIRA DA SILVA PT
JUNIOR GALDINO MONTEIRO PSDB
MARIA ANTERO DE SOUZA SILVA PT
LUIS CARLOS DA SILVA PT
ANTONIO OLIVEIRA DA COSTA PMDB
SEVERINA GERACINA PEREIRA DA SILVA PSB
JOSE AUGUSTO SOARES NERI PSDB
EDVALDO SEVERINO DA SILVA PT
terça-feira, 28 de agosto de 2012
ABACAXI VITÓRIA RESISTENTE À FUSÁRIO É FEITO EXPERIÊNCIA NO MUNICÍPIO DE SÃO MIGUEL DE TAIPU
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Agricultores produzirão mudas de abacaxi resistente à fusariose
As mudas de abacaxi Vitória resistentes à fusariose, distribuídas com agricultores familiares do Assentamento Água Branca, em São Miguel de Taipu, no Baixo Paraíba, ajudarão aumentar a produção de alimentos agroecológicos, levando mais renda para os produtores e benefícios ao meio ambiente, já que essa variedade requer o menor uso possível de defensivos.
A fusariose, causada por um fungo, é a principal ameaça à lavoura no País. A distribuição das mudas Vitória decorre de parceria entre a Emater PB e a empresa Consplan que atende as famílias. O plantio no assentamento funcionará como unidade de multiplicação de mudas.
Segundo os extensionistas que atendem ao assentamento e dirigentes da Associação dos Trabalhadores Rurais de Água Branca, a proposta é reduzir a incidência de defensivos agrícolas na lavoura e com isso fazer com que cheguem à mesa do consumidor produtos de melhor qualidade. As famílias agricultoras ressaltaram a importância da iniciativa da Emater porque a partir disso produzirão suas próprias mudas para as próximas safras, e ainda repassarão aos demais assentados.
“Como a variedade Vitória é resistente à fusariose podemos priorizar o trabalho com base na agroecologia”, afirmou o coordenador técnico do projeto no assentamento, Manoel Cavalcante Barreto.
Os agricultores estão se preparando para comercializar seus produtos agrícolas no Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e no Programa de Aquisição de Alimento (PAA) a partir do próximo ano. “Estamos trabalhando com a sustentabilidade da produção e apostamos nessa nova variedade. Teremos produtos de melhor qualidade para atender ao mercado das feiras agroecológicas”, disse a agrônoma Celeida Queiroz Lima da Nóbrega.
O assessor estadual na especialidade do abacaxi da Emater, Leôncio Vilar, informou que a variedade Vitoria é uma criação da Embrapa Mandioca, cujas mudas foram multiplicadas na fazenda do produtor Cleanto Castro, em Itapororoca, com assessoramento da Emater. Segundo pesquisadores da Emepa, a aplicação de defensivos agrícolas em cada hectare de abacaxi é de 14 litros, mas como esta variedade é resistente à fusariose, deixarão de ser aplicados 6,25 litros, uma redução de aproximadamente 45%.
As sementes de abacaxi da variedade Vitória introduzidas pela Emater Paraíba foram distribuídas também entre os agricultores familiares em assentamentos, numa parceria entre a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca e o Ministério do Desenvolvimento Agrário.
Segundo o técnico da Emater, o produtor investe entre R$ 10 mil a R$ 15 mil para produzir um hectare de abacaxi, dependendo do nível tecnológico empregado. Leôncio garante que o retorno é compensador porque em cada hectare se pode ganhar, em média, entre R$ 9 mil e R$15 mil.
Expansão da cultura – No ano de 2010, a Emater Paraíba recebeu 68 mil mudas da variedade Vitória, que foram plantadas no município de Itapororoca para multiplicação da espécie. Além de mais produtivo, o abacaxi Vitória é um fruto de mais qualidade e maior aceitação no mercado. Seu porte se assemelha às variedades ‘Pérola’ e ‘Smooth Cayenne’, mais consumidas, além de não possuir espinhos nas folhas, facilitando os tratos culturais.
As mudas do abacaxi Vitória foram produzidas em laboratório, originadas de três híbridos elaborados pela Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical em Cruz das Almas (BA), e depois introduzidas nas Fazendas Experimentais do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper). “Os frutos são cilíndricos, e quando maduros, possuem casca amarelada e tem elevado teor de açucares, proporcionando uma fruta de excelente aceitação no mercado”, explicou Leôncio.
Na avaliação da professora do Departamento de Ciências agrárias da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Silvana de Melo Silva, a produção do abacaxi na Paraíba está passando por uma expansão a partir do processo de reorganização.
Instituições como a UFPB, a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba (Emepa), a Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), e outros parceiros, como associações de produtores de abacaxi e assentamentos rurais estão desenvolvendo projeto em torno da cultura.
O abacaxi é a quarta cultura que mais gera lucro na Paraíba, perdendo para o milho, o feijão e a mandioca. Os municípios paraibanos que lideram a produção de abacaxi são Itapororoca, Araçagi, Santa Rita, Pedras de Fogo e Lagoa de Dentro.
Grande parte do abacaxi paraibano é exportada para os estados brasileiros, sendo São Paulo o maior consumidor. Segundo dados do IBGE, no ano passado, a produção nacional de abacaxi foi de 1.413.352.000 frutos em todo o país. Coube à Paraíba a produção de 273.520.000 unidades, ganhando do Pará, que produziu 248 milhões de frutos, e Minas Gerais, com 222 milhões. O município paraibano de Itapororoca concentra 76% da produção de abacaxi, seguido de Santa Rita e Araçagi.
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
quarta-feira, 4 de julho de 2012
UM NOVO POEMA
POEMA DE UM ANDARILHO
Como andarilho vaguei sem rumo,
Como andarilho fiz calos nos pés,
Não tive tempo para amar nesse mundo,
Andei léguas sem rumo e sem direção,
Comi o pão que o diabo amassou,
Mais graças a Deus não morri de fome.
Como andarilho dormi noite no chão duro,
Meu coberto era o sereno da madrugada,
Peguei resfriado, gripe e tive cesão,
Comi comida do lixo para viver,
Não reclamei da vida em nenhum momento,
Estava satisfazendo o meu ego.
Como andarilho vaguei sem destino,
Deixei pra trás pai, mãe e irmão,
Para conhecer o mundo inteiro,
Tinha uma coisa no coração e no peito,
O desafio foi de impulso e emoção,
Sair dessa e no peito a vontade de viver.
sábado, 23 de junho de 2012
quinta-feira, 14 de junho de 2012
segunda-feira, 11 de junho de 2012
NOVO LANÇAMENTO
O Livro Lobisomem. Mente assassina, o episódio se passa entre três estados Paraiba, Rio de Janeiro e Parana, se você tiver a oportunidade de ler vai gostar, encontra-se a venda http://www.agbook.com.br/
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